Descansar também faz parte

 Num processo de treinamento desportivo, seja ele com objetivo de aumento da performance esportiva ou com objetivo de manter uma qualidade de vida ótima, a recuperação é de vital importância.

É uma boa recuperação do sistema que vai garantir os benefícios do treinamento. Por exemplo: é um erro achar que enquanto estamos fazendo musculação estamos ganhando massa muscular, ao contrário, nesse momento estamos destruindo fibras musculares; após o exercício, o sistema muscular se regenera e aí o corpo processa o aumento da massa muscular.

O grande desafio é achar o tempo de recuperação ideal!

Se dermos ao corpoestímulos fortes seguidamente, provavelmente não conseguiremos responder bem aos exercícios e a conseqüência disso pode ser um mau aproveitamento do treinamento ou, em casos mais graves, lesões.
Porém, se dermos ao sistema um tempo de recuperação longo demais o processo “ideal” de adaptação ao treinamento vai passar e o corpo nunca se adaptará com aquele estímulo. Isso acontece na maioria das vezes com as pessoas que não fazem a atividade de forma regular (estão sempre cansadas quando vão realizar o exercício).
Então, o importante é seguir algumas dicas básicas para se recuperar bem entre as atividades, como por exemplo uma boa noite de sono, a manutenção de uma rotina alimentar saudável e, para aqueles que não são atletas, manter um intervalo de ao menos 24 horas entre as sessões de treino.
Preste também atenção aos sinais do seu corpo que vão indicar o exagero nas atividades, como pequenas lesões seguidas, diminuição na capacidade de concentração, distúrbios de sono freqüentes e diminuição no rendimento.

Por Daniel Leite – Coordenador da SER ATIVO

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A importância do Café da Manhã!


Para que possamos começar o dia com o famoso “pé direito” não deixe de realizar o seu café da manhã, já que enquanto dormimos o nosso corpo precisa manter a respiração e todas as nossas funções vitais, ou seja, ele continua gastando energia. Para que tenhamos uma base, em média 08 horas de sono gasta-se 500 calorias o que leva a diminuição da glicose, a nossa principal fonte de energia, por isso ao acordar as nossas reservas estão diminuídas. No caso de esportistas está refeição é ainda mais importante para a recuperação muscular pós treino.
Esta refeição deve conter todos os grupos alimentares como: proteína (leite /queijos e iogurtes), que são as grandes responsáveis por regular a função hormonal, de anticorpos e são responsáveis pela formação e manutenção de nossas células além de fornecerem minerais importantes como: cálcio que é super importante na formação e manutenção do tecido ósseo e na contração muscular, e carboidratos (pães / bolachas / fibras / granolas / biscoitos / cereais integrais), os responsáveis pelo fornecimento de energia, é importante ressaltar que quem pula esta refeição está mais propício ao ganho de peso já que o longo período de jejum levará ao exagero na próxima refeição.
Tente ter sempre nesta refeição fontes de fibras como as frutas e os cereais integrais, evitando assim a constipação intestinal e melhora da absorção de nutrientes.
Para quem tem o hábito de treinar pela manhã, não faça de jejum, o ideal é o
consumo de 01 unidade de fruta e pós treino um bom café da manhã com diversidade.

Por Adriana Fanaro Nutricionista Esportiva e parceira da SER ATIVO

Treinamento de resistência nos esportes!

O treinamento de resistência é a capacidade do organismo de realizar um exercício eficazmente superando a fadiga, fadiga esta que se pode ser aguda (durante e/ou logo após o treino) e crônica (ao longo do processo de treinamento).
Ainda sobre a fadiga, podemos citar algumas causas: fisiológica, psicológica, médica.
Mas é graças à fadiga que alcançamos os melhores níveis de performance, porém isso só acontece quando as cargas de treinamento e o processo de recuperação são  aplicados em níveis e momentos adequados.
Para se melhorar a resistência do organismo devemos nos preocupar com alguns detalhes importantíssimos:

  • Especificidade da modalidade esportiva, ou seja, o treino realizado pode gerar uma
  • resistência geral ou específica para a modalidade;
  • Obtenção de energia, podendo ser resistência aeróbia ou anaeróbia;
  • Duração do esforço, sendo de curta, média ou longa duração;
  • Volume muscular envolvido, sendo geral ou local.
  • De força ou velocidade, sobre objetivo ou tipo de prova/competição
  • Treinamento e competição, sobre o tipo de treino
  • Volume de treinamento, sobre a quantidade da carga de treinamento
  • Intensidade do treinamento, sobre a qualidade da carga de treinamento

Estes são alguns detalhes que devem ser bem pensados quando for planejada a planilha de treinamento para qualquer tipo de esporte que envolva a resistência.
Por isso é fundamental a orientação de um treinador/professor habilitado e capacitado para que você melhore sua resistência física de maneira correta e segura.

 

Por Juliana Crepaldi – Coordenadora técnica da SER ATIVO.

A flexibilidade no esporte e no seu dia-a-dia

A flexibilidade é uma capacidade física do nosso organismo, assim como são a força muscular ou
resistência aeróbia, por exemplo. Sendo assim, a flexibilidade é uma valência treinável. Não podemos
confundir flexibilidade com alongamento. O alongamento é um tipo de exercício que utilizamos para
treinar a flexibilidade.
Normalmente as mulheres possuem maior flexibilidade do que os homens na fase adulta por causa
da sua maior quantidade de estrógenos. Esse hormônio é responsável pelo maior acúmulo de água e de
polissacarídeos nos tecidos musculares, diminuindo o atrito entre as fibras musculares e facilitando o
estiramento muscular.
No geral, termos uma flexibilidade “ótima” (ideal) é importante para mantermos a harmonia
muscular, especialmente entre músculos agonistas e antagonistas, garantir uma boa postura e diminuir a
rigidez muscular. Nos esportes, além dos benefícios já citados, uma flexibilidade considerada “ótima” é
muito importante para que se realizem os gestos técnicos com a maior economia possível de energia, e
também para que se evite lesões devido ao encurtamento muscular.
Existem diversas maneiras de se treinar a flexibilidade. A mais conhecida delas é através de
exercícios de alongamento estáticos, onde se realiza a postura de alongamento sem movimento. Essa é
uma técnica segura e apropriada para aqueles que buscam melhorar a qualidade de vida. Porém, se o seu
treino de flexibilidade tiver o objetivo de aumentar o desempenho esportivo o ideal é que os seus
exercícios de alongamento sejam dinâmicos, ou seja, com movimentos, pois é dessa forma que a sua
flexibilidade será requisitada durante a atividade esportiva.
Infelizmente para os praticantes de atividade física, o alongamento antes ou após a atividade
principal normalmente não contribui para o aumento da flexibilidade, mas sim para a preparação para o
seu exercício principal ou como forma de relaxamento muscular. Assim sendo, exercícios voltados
especificamente para o ganho da flexibilidade são fundamentais no programa de treino.
Seguem algumas dicas para você realizar da melhor maneira os exercícios de flexibilidade:
– preste atenção à sua postura; a dor acentuada é um sinal de que algo está errado
– em exercícios bilaterais (um lado de cada vez) permaneça o mesmo tempo na postura para os dois lados
– evite realizar as posturas bloqueando a respiração; faça movimentos inspiratórios profundos e procure
expirar o ar lentamente
É normal que após o final da adolescência a nossa flexibilidade diminua com o passar do tempo,
portanto não espere o seu corpo apresentar os primeiros sinais de rigidez para começar a treinar. Para os
esportistas, é importante ficar atento ao exagero nos exercícios de alongamento. Assim como o
encurtamento muscular, uma flexibilidade além da conta pode proporcionar maior risco de lesões.

Por Daniel Leite, coordenador da SER ATIVO.

Blusa e Camiseta para os alunos!

Olha aí que legal! Chegaram as blusas de moleton preto e camisetas de manga longa em Tec Dry Fit!
Façam seus pedidos!!!